quinta-feira, 24 de março de 2011

Um corte na laranja - Laranja Mecânica


O suco de hoje será delicioso e nutritivo. Falaremos dessa mistura criada em 1971 e que deu muito o que falar: O filme Laranja Mecânica. O filme é tão complexo que diversas pessoas já ousaram falar dele. Do ponto de vista da adaptação do livro ao filme, da fotografia, do figurino. Ah, e por que não falar do Alexander de Large, o protagonista que fez do filme uma obra prima de Kubrick. Um dos filmes mais influentes. Ele foi minha opção de TCC, o que me fez ler o livro duas vezes e o filme mais de dez. Acontece que tive de ser humilde para admitir que teria um desafio grande demais nas mãos. Grande porque conheci o Laranja Mecânica na Faculdade e sei que da 3ª pra 8ª fase muitas das minhas conversas que envolveram esse tema ainda me dão a sensação de que eu teria de saber muito mais sobre cinema e fotografia. Por isso, já coloquei como desafio: Ele será minha dissertação. O filme é genial. O livro é enriquecedor. Na primeira vez que li o Laranja Mecânica tive de recorrer ao Glossário da Linguagem Nadsat (consta no fim do livro). Depois disso, fui me ambientando com as palavras e deu tudo certo. Bom, é uma leitura sensacional. No livro, a gíria Nadsat é mais predominante. Além disso, o filme e o livro, falam do tratamento Ludovico, uma forma de condicionar a pessoa de modo que ela se torne uma boa pessoa. São diversas abordagens e um tema muito abrangente. Peço aos fãs do filme ou do livro que façam suas colocações e, aos que ainda não assistiram, corram já para suas salas e desfrutem do Moloko (sem alucinógenos, por favor!).

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